Bom fiz esse post poís comentei com uma amiga (a Peteca) que ainda não havia falado sobre filme algum e que precisava de alguma sugestão sobre o assunto e ela conhecendo meu extremo bom gosto sugeriu que eu falasse sobre o “filme” Crepúsculo, aproveitando o embalo da histeria causado pelo novo episódio da “saga”, chamado de Lua Nova. O universo em torno do Crepúsculo ainda é muito novo pra mim, assisti o filme nesse final de semana, ou seja, com mais de 1 ano de atraso e apenas porque o Telecine Pipoca estava aberto na TV a cabo e não tinha nada “menos pior” pra fazer em pleno Sábado a noite. #fail
Não é de hoje que escuto muitas pessoas (traduzindo, mulheres) falando bem desse filme e me neguei com todas as forças a assisti-lo ou mesmo a gastar minha preciosa largura de banda baixando ou comprando um piratex mesmo. Não o fiz e por que não achei NENHUM argumento válido que me convencesse do contrário e olha que ultimamente o meu nível “cinemístico” (existe isso? o.O ) anda beeeeeeeeeem baixo.
Sabe, eu até assisto outros filmes fora dos meus padrões, mas só depois de eu pesquisar muito sobre o filme e como eu disse, me apresente argumentos válidos, a Babi sabe fazer isso quando fala dos filmes iranianos que ela gosta. Gosto de filmes com efeitos especiais, explosões, mulheres gostosas, mortes ou seja aqueles bem pipocão mesmo, blockbuster e se tudo isso conseguir a façanha de ter um enredo bom, aí eu vou pra galera.
Daí você vira pra mim e diz: “Duda, o Crepúsculo é exatamente um filme assim, pra divertir e não pra se levar à sério...”
Opa opa, peralá, meu pequeno pônei... o filme aborda uma das criaturas com uma das mitologias mais ricas da nossa galáxia, estamos falando de mortos-vivos sanguessugas manipuladores seculares, they are fucking vampires. Got it, bitch? E o que uma “obra” como o Crepúsculo aproveita de tudo isso? Um pentelhésimo. Lol
Se eu fosse um vampiro, me sentiria constrangido com tudo que eu vi nesse último Sábado (se bem que na sequênica passou “O Procurado” e depois “Trovão Tropical” pra salvarem minha balada do eu sozinho no sofá), aliás... eu me senti constrangido assistindo essa merda até mesmo sendo um “ceru mano” (tem aspas ali, foi proposital !), esse filme insulta meus conhecimentos sobre vampiros adquiridos ao longo dessa minha vida nerd e que foi cultivada com muito esforço.
Chega, né? Vamos falar sobre o filme...
Logo no início temos um veadinho sendo atacado por um vulto e já nessa tomada descobrimos que tem mais nas florestas do que animais indefesos tentando tomar um pouco de água ou pastar em paz. Enquanto isso, do outro lado dos Estados Unidos, a adolescente Isabella Swan (Kristen Stewart) se muda para Forks, uma cidadezinha pacata, para viver com o seu pai policial (ou delegado, whatever...) e já chega na nova escola sendo a manchete do jornal estudantil do local. E bem nesse começo você já percebe o caminho que o filme vai seguir, como Bella é a novata no lugar, então ficamos conhecendo a fauna High School de Forks e aí começam os clichês...
Clichê 1: Existem um grupo de pessoas que não se misturam com os outros, são os Cullen, filhos adotivos do Dr. Carlisle e dentre eles está Edward (Robert Pattinson), o que deveria ser o comedor do filme mas que não come ninguém. Ou seja, eles podem ser encarados como os malas que aparecem que qualquer filme colegial dos E.U. and A.
Os Cullen
Clichê 2: Adivinhem! A Bella vai gostar logo de quem? Claro que é do cara que esnoba todas as gurias do colégio e esnoba até garotas muito mais petecas que ela. O que será que ela tem que as outras não tem? Ah, deve ser a carinha de monga.
A piriguete e o goiabão
Clichê 3: Meio que num jogo de gato e rato, o cara que não dá bola pra ninguém começa a nutrir sentimentos pela guria sem sal. E aí você já percebe que a até a novela VAMP com a Cláudia "A floresta" Ohanna tinha mais roteiro do que essa pemba.
Um clássico da tv brasileira. Hahaha
Fala sério, vai... isso poderia ser um episódio especial de Halloween da Malhação com 2 horas. ;D
Rapidamente os dois se tornam amigos e logo algo mais e você percebe que essa guria não vale NADA, meu Deus, que guria fácil, piriguete do inferno, ela tem um fogo na bacurinha que é incrível !!! É sério, ela se derrete pelo cara, tem sonhos molhados e tudo mais, ela não diz em nenhum momento do que filme que deseja fornicar com ele, mas deixa bem claro que quer que o goiabão do Edward reparta a sua peruquinha o quanto antes.
"Poxa, eu me jogo pra cima do cara e ele não faz NADA comigo."
E quanto a “trama” vai se desenrolando e ela reparando no comportamento suspeito do cara, ela não demora a usar o Google e descobrir que ele é um vampiro. A curiosidade só aumenta a sua paixão - que é correspondida. Daí vem a primeira grande pergunta da trama: como vai conseguir conviver o casal formado por um vampiro com poderes sobre humanos que não morre e uma menina mortal? A saber, a outra questão é: quem está matando moradores da região e chupando todo o seu sangue?
Tudo é resolvido muito rápido e levado numa boa, como se fosse suuuuuuuuuuper normal de se ver vampiros andando por aí. Você até tenta achar algum mérito se analisar por outra ótica, achando um “quê” de Romeu & Julieta nesse clima de amor impossível, mas não dá. É sério, é tudo muito raso e parece que é um pacotinho bem feito para agradar menininhas que acabaram de ter a Menarca (se você não sabe o que é isso jogue no Google, e eu lhe dou o direito de morrer de vergonha pois eu que sou homem, sei...).
O lado sombrio é quase que completamente ignorado, e até no filme é dito que os Cullens não são vistos de dia. Mas porra, 80% do filme se passa de DIA, ou seja, eles podem andar por aí pela manhã mas não podem ser atingidos diretamente por raios solares senão ficam PURPURINADOS e a Bella ainda tem a cara de pau de dizer que o cara fica LINDO desse jeito. Peça pro seu namorado ficar pelado e passar mel no corpo e rolar encima de purpurina e eu DUVIDO que você vai dizer que ele ta lindo, eu duvido!
Outras características clássicas são jogadas no lixo, como a inexistência de reflexos no espelho e medo de cruz, pelo menos tiveram a decência de colocar a clássica rivalidade com lobisomens. E por Alá! Que raio de filme de vampiro é esse que não aparece ninguém PAGANDO PEITINHO, pow... tetas são um dos lugares favoritos dos vampiros pra se morder (não apenas deles lol), pode ver o clássico absoluto “Drácula, de Bram Stoker” ou até mesmo a comédia pastelão “Um morto muito louco” aparece uns peitinhos aqui e acolá...
Bom, é isso... o filme é uma merda, eu não gastaria grana pra ver isso no cinema, a não ser que seja aquele dia que você tirou pra fazer TODOS os agrados da sua namorada, mas que no final da noite você vai ter a certeza que ela vai fazer o SEU agrado. ;P
Se você acha que eu falei muita merda ou piadinhas/comentários desnecessários, eu não pedirei desculpas e se você deseja uma matéria mais embasada de alguém que realmente "entenda" e/ou ganhe pra isso, então segue o link do site do Rubens Ewald Filho: http://blogs.r7.com/rubens-ewald-filho/ e se ele também te desapontar, não me venha encher os pacovás.
E se você me disser que o filme é muito diferente do livro e me perguntar se eu já lí o dito cujo, eu te respondo:
Suuuuuuuuuuuucesso!
Na verdade, eu nem deveria ter feito um texto tãaaaaaaaaaaao grande, isso só mostra que o meu ócio tá bem criativo. Deveria ter colocado logo esse video do Deus Nerd Kevin Smith na Comic-Con desse ano falando sobre o assunto e que já resume tudo.
Kevin Smith detonando Lua Nova
Obs: comente, favor. Suas ofensas, xingamentos e opiniões são muito importantes para mim. :guess:
Ah, sabe o que eu lembrei? Estreiou "Matadores de Vampiras Lésbicas" e eu ainda nem assisti. Bora? Hahaha
Tudo nesta vida desenvolve-se em ciclos. A História da humanidade é cíclica, as fases literárias são cíclicas, a lua tem seu ciclo. Às vezes, por teimosia ou outra dificuldade qualquer, adiamos o final de um ciclo e ficamos tentando começar outro na marra. Não funciona, a lei física que afirma a impossibilidade de dois corpos ocuparem o mesmo lugar no espaço se aplica aqui também: um ciclo só se inicia quando o outro é findo.
Não significa necessariamente que o ciclo seguinte será inverso ao que passou, completamente antagônico, avesso. Pode conter as mesmas pessoas, manter o status quo e o que mais quiser. Pode ser um ciclo interno, um renascimento, um reconhecimento, uma descoberta.
Este ano já começou com uma vírgula em um ciclo meu. Pode tornar-se um ponto final ou não. O fato é que esta vírgula fez-se necessária e servirá como uma pausa para descanso, para o reencontro.
A palavra "final" é triste por si só. Não a uso, ainda. Tem mas acabou, sabe?
O que me estimula agora é o novo início que virá em seguida, que seja lá como for, será belo.
Esse post está em clima do Dia dos Namorados e a ideia surgiu durante a conversa com uma amiga (o nome será preservado Hahaha) que disse que durante o "ato" com o seu mais recente namorado o rádio estava ligado num volume bem baixinho e de repente começou a tocar a música que era a trilha sonora de seu amor anterior. Bem, pra todo romance existe uma trilha sonora, até para o último romance. E nem preciso dizer que ela não conseguiu continuar, pq mesmo sendo o ex ela tem um puta respeito pelo cara pelos momentos que passaram juntos e tals, parou tudo ali mesmo porque começou a relembrar um penca de coisa e o cara ficou sem entender bulhufas do que estava acontecendo. Mas não pense que estou expondo a vida dela, até porque estou escrevendo isso aqui com o consentimento e aprovação dela. =P
A história acima foi só pra contar de onde surgiu isso, mas na verdade a seleção de hoje vai para músicas que combinam perfeitamente com o momento de entrega à pessoa amada ou segundo o mundo moderno de hoje, a pessoa nem precisa ser tão amada assim. ^^ Óbviamente você poderia dizer que discorda totalmente dessa lista ou que ela é incompleta e tals, but... a fiz vasculhando a minha mente e não pesquisando quais músicas são as mais adequadas. Eu já tinha o nome de todas essas canções em mente, o meu trabalho foi apenas pensar no que escrever sobre elas e encontrar algum audio decente.
Então fico por aqui com as "preliminares" e vou direto ao ponto... G:
Top 5 - Chris Isaak: Wicked Game
Porque combina? Essa é fácil ! Porque essa música tem todo o clima que garotas (certinhas/santinhas!) sonham que role naquela noite especial após terem se "preservado" por tanto tempo à procura de um cara decente. Manja aquele clichê de tratá-la como um dama, levar num restaurante caríssimo e jantar à luz de velas, depois ir pra casa e tomar um bom vinho e se aquecendo perto de uma lareira? E quando a coisa começar a esquentar, coloque essa música de fundo enquanto carrega nos braços a sua princesa e a coloca delicamente sobre os lençóis de seda que estarão prestes à serem desarrumados.
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Top 4 - Portishead: Glory Box
Porque combina? Cara, Portishead poderia ser facilmente a trilha sonora oficial de qualquer puteiro dessa galáxia, sério. Não contente em ter apenas UMA música que combina com a hora do rala-rala, esse trio britânico formado em 1991 tem VÁRIAS músicas que se encaixam nesse perfil, vide: Only You, Numb, All Mine, Wandering Star, Roads, It could be sweet, Over, Sout Times e algumas outras. Mas a mais foda e quente é essa::
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Top 3 - Sade Adu: Smooth operator
Porque combina? Putz, essa música me perseguiu durante um período da minha vida em que trabalhei em livrarias (3 no total !), afinal em TODA livraria decente tem que tocar Alpha FM e eu escutava Smooth Operator umas 10x por dia. E não importa quantos anos você tenha, você já ouviu Sade SIM !!! Hahaha Logo no início essa música tem um saxofone, o que já lhe concederia uma posição garantida aqui. Afinal o som de uma sax combina e muito com o clima todo e o Cine Privée que não me deixa mentir, comprovou essa teoria que carrego desde a adolescencia. Fora que a batida em conjunto com a doce voz dessa nigeriana, causam um efeito hipnótico. @_@
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Top 2 - The Beatles: Why don't we do it in the Road?
Porque combina? Não preciso dizer muita coisa. Esqueça aquele lance de romantismo citado na 5º posição. Quem diria que os Beatles, que já desvirginavam menininhas "inocentes" na década de 60, teriam uma música assim. Aqui Paul McCartney é sem firulas, não tem nada nhenhenhém, frescurite ou aquele papo de princesa e tals, o que ele sugere nessa canção é fácil de entender e ele evita de ficar fazendo rodeios e desse modo ir direito ao ponto, se é que me entendem. Aposto que nossas avós/mães foram à loucura na época.
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Top 1 - Marvin Gaye: Let's get it on
Porque combina? E outra pessoa é mais qualificada que ele para ocupar essa posição? Dúvido... Esse cara é outro que eu poderia colocar várias músicas que se enquadram nesse tópico, mas deixo a seu cargo fazer uma pesquisa na discografia desse cara. Marvin era mega talentoso, multiinstrumentista e foi um dos reponsáveis pela difusão da soul music ao redor do mundo. Durante sua fase como artista da gravadora Motown, suas músicas tinham um teor mais social, coisa que mudou com o lançamendo de "Let's get it on" aonde ele começou a imprimir em seus discos os problemas que enfrentava no relacionamento com o seu pai, um pastor evangélico tradicional que não aceitava muito bem a homosexualidade de seu filho, e sobre crises existenciais e outras questões sobre a sua vida particular e que passaram a ser mais frequentes nos anos seguintes. Sua carreira foi encerrada de modo trágico, Marvin foi assassinado por seu "pai" em 1 de abril de 1984, um dia antes de completar seu 45º aniversário após uma briga iniciada quando os pais de Gaye discutiam sobre a perda de documentos de negócios. Marvin podia até não gostar da fruta, mas se ele quisesse, poderia ter qualquer mulher desse universo porque ele tinha o mojo. E tá pra nascer alguém que consiga destronar esse cara... hands down.
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Menção honrosa:
James Brown (Sex Machine) - Óbvio. ¬¬" Tenacious D (F*** her Gently) - Essa é hilária. =P Kings of Leon (Sex on fire) - A coisa tá pegando fogo! Hahahah Madonna (Justify my love) - Eu nem curto Madonna, mas tenho que reconhecer que ela quebrou barreiras com a sua ousadia. Britney Spears (Slave for you) - Imagine sua garota gemendo e sussurando no seu ouvido dizendo que é sua escrava. WOW The Divinyls (I Touch Myself) - Música de uma garota que se acaba na mão enquanto pensa num cara, procurem esse clipe! LOL Kenny G (todas) - Ele toca sax e suas músicas também poderiam ser a trilha sonora de uns filmes que passam num certo canal aí. Prince (quase todas) - Tirando aquela fase que ele mudou seu nome para um símbolo impronunciável (cuma?!), o restante era descaradamente música falando de sexo.
Poderia citar VÁRIOS outros e até mesmo artistas nacionais, mas eu acho que já escrevi demais e a preguiça não me permite.
Mostre a sua listinha, seu comentário é importante! =)
No começo foi uma empolgação danada e minha cabeça estava fervilhando com várias coisas que eu poderia postar aqui, mas depois de alguns posts eu percebi que tinha algumas coisas que poderiam ser ajeitadas. =P Como podem perceber (ou não LOL) eu tive que repostar os tópicos anteriores que porque eles eram incompativeis com a nova codificação que eu criei pro blog, pois ela só funfa com novos posts criados a partir de agora. Corrigi as margens dos textos e o player do Last.fm, também alterei algumas imagens e links, tudo para otimizar a visualização e que tornaram a exibição da pagina muito mais rapida. Infelizmente não pude mover os comentários e nem sei se isso era possível, a preguiça me impediu de googlear à respeito disso. Fiquei horas arrumando isso e estava quase desistindo por hoje de tanto esquecer de fechar algumas tags aqui e acolá.
A imagem acima ilustra um pouco do que passei durante esses momentos. Hahaha
Sim, o tema é esse mesmo! O meu critério de escolha foram desenhos meio esquecidos, largados no limbo da minha mente insana, tentei fazer uma lista com meus desenhos "alternativos" favoritos da minha época de guri. Digo alternativo porque não falarei da trinca já manjada Caverna do Dragão/ThunderCats/He-Man, sobre esses você encontra muitas coisas por aí e talvez você aí diga que é melhor não mexer neles pois já existem muitos casos de remakes que ficaram piores que o original, mas não custa nada sonhar.
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Top 5 - Jem e as Hologramas
Ano de criação: 1985 Canal de exibição: SBT (1988) Número total de episódios: 65
Foi exibido no Sbt, dentro da programação diária do vespertino Carrossel, um desenho chamado Jem e As Hologramas, que mostrava o dia-a-dia de uma banda de rock composta apenas por garotas (*¬*), e que retratava os seus problemas e a escalada ao estrelato dessas gurias. O desenho era um mix de aventura e videoclipes musicais no estilo eletrizante da MTV na época. Além disso, Jem e As Hologramas era um verdadeiro retrato da década de 1980, cheio cores fortes, muita maquiagem pesada, cabelões, estilo glitter e glam-rock, ou seja, era um da época do rock farofa mas ao invés de mostrar machos peludos maquiados usando calças de lycra com estampa de oncinha, a série era protagonizada por mulheres (Thanks God!).
História: Tudo começava com a morte do milionário Emmet Benton, fazendo com que sua filha Jéssica Benton assumisse a presidência da Starlight Music e da Fundação Starlight, um lar que abrigava garotas órfãs e que procurava incentivar a criatividade das meninas através da música. Ao assumir os investimentos de seu pai Jéssica prometeu para si mesma que manteria a obra da família viva. A vida da garota mudou radicalmente quando ela encontrou um par de brincos em forma de estrelas, descobrindo que o mesmo era o Energia, um supercomputador (hein?! o.O) criado por seu pai capaz de gerar hologramas perfeitos, a própria máquina algumas vezes aparecia para Jéssica na forma de uma andróide, surgiu então Jem, seu alter-ego. Jéssica resolveu montar uma banda de rock para poder fazer dinheiro com sua música e reverter essa verba para instituições de caridade, inclusive seu orfanato. Quando a garota fazia algum show ou quando aparecia em público como Jem, bastava que ela tocasse os brincos e falasse: “Hora do Show , Energia ou O show acabou, Energia” e mudava de forma. Quando era necessário e possível, Energia projetava o holograma de Jem separado de Jéssica para que ambas pudessem aparecer juntas. Porém isso era muito arriscado, pois o holograma não poderia ser tocado ou a farsa poderia ser descoberta.
Porquê merece remake? Óbviamente a série não mostrava (e nem poderia!) o verdadeiro lado do rock farofa da época. A coisa ia muito além de cores e brilhos, praticamente TODAS as bandas do estilo enfrentaram problemas com drogas e sempre regado à muito sexo e bebedeira. Nos dias de hoje poderia ser um desenho que mistura ação, música e com uma temática adulta, com uns peitinhos aqui e acolá. É só se basear um pouco como seria um desenho animado sobre a vida de Courtney Love e pimba... você conseguiu imaginar a Jem nos dias atuais. =P
Jem e as hologramas - Abertura:
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Top 4 - Fly, O pequeno guerreiro
Ano de criação: 1991 Canal de exibição: SBT (1996) Número total de episódios: 46
Fly, o Pequeno Guerreiro (Dragon Quest Dai no Daiboken, no original) foi o meu primeiro contato com alguma obra de Akira Toryama (o criador de Dragon Ball, cacete!) é uma série em mangá lançada em 1990 para a Shonen Jump, que depois foi transformada em anime pela Toei Animation em 1991. O mangá tem ao todo 37 edições, mas o anime, devido à seu fracasso, não passou dos 46 episódios. Foi exibido no Brasil pelo SBT. Ele foi inspirado no jogo de RPG Dragon Quest/Dragon Warrior da Enix. O anime estreou no Programa Sérgio Mallandro (na época em que ele não tinha se deteriorado como apresentador de pegadinhas armadas), isso pouco antes de inexplicavelmente, o SBT cancelar as exibições diárias e jogar a série no Sábado Animado, onde acompanhá-la era IMPOSSÍVEL, e eu me lembro de sempre acordar bem cedo pra assistir pq a porra do SBT mudava o horário de exibição a cada semana. ¬¬"
História: Fly é um garoto-órfão que foi encontrado por Blass (um monstrinho que parece um cocô gigante! @_@) habitante da ilha de Delmlin. O garotinho passa a ser criado pelo monstro como se fosse seu neto, junto de Gome, uma criaturinha dourada com asas, que se assemelha muito a uma gota (sim, os porings foram chupinhados dos desenhos de Toryama!). A história tem início quando Gome é raptado e Fly parte para resgatar seu amigo. Mais tarde, o pequeno valente conhece a bela Princesa Leona, filha única do Rei de Papunika, a qual lhe dá como lembrança, a Adaga de Papunika, após ser salva por ele. Depois de descobrirem que o garoto possui uma estranha marca de dragão na testa, Fly recebe a visita do lendário Avan, um corajoso guerreiro (tem que ser muito corajoso mesmo pra usar um cabelo daquele @_@) que foi à Delmlin a mando do Rei para transformar o jovem num verdadeiro herói.
Em meio à sua longa jornada (não tão longa… Só 46 episódios XD), Fly ganha a companhia do bobalhão (mas as vezes útil) Pop e da doce Maan, ambos também aprendizes de Avan. Além de fazer amigos, o garoto ainda tem de enfrentar o feioso Crocodine (que mais tarde vira um aliado do herói - um dos maiores clichês dos animes…); Freeyzard; o orelhudo Zaboella; Jenki (outro que também vira a casaca) e muitos outros, todos subordinados de Hudler, um demônio que fora derrotado anteriormente pelos antigos heróis (Avan incluso) e retornou para dominar o mundo (muito original… hehe…) graças aos poderes do “Grande Rei do Mal”. Como se já não bastasse, ainda surge o misterioso Baran, que posteriormente revela ser o próprio pai do garoto. E quando o desenho começa a ficar bom… Acaba!
Porquê merece um remake: Esse desenho sofreu uma injustiça tremenda, como essa série não emplacou, sua história não foi concluída. Eu até entendo, afinal esse desenho é baseado no jogo de RPG e poucos sabiam disso na época e jogos de RPG não possuiam essa gigantesca fatia do mercado de entretenimento que possuem atualmente. E merece um remake pq ele consegue ser melhor do que qualquer merda que o Sr. Toryama esteja fazendo (se bem que no momento parece que ele só fica sentando assinando projetos furados com o seu nome e enchendo o rabo de grana). Fly é um personagem carismático, não tem brigas desnecessárias (Alguém aí pensou Dragon Ball?), o enredo apesar de simples é bem amarradinho, fisgando assim desde crianças até marmanjos e fora que os jogos da série Dragon Quest são megas conhecidos ao redor do planeta, muito diferente do cenário de uma década atras.
Fly, o pequeno guerreiro - Abertura:
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Top 3 - BraveStarr
Ano de criação: 1987 Canal de exibição: Globo (1988) Número total de episódios: 65
BraverStarr é um desenho ambientado no "Velho Oeste" só que uma pitada de ficção científica. Foi criado pela Filmation, a mesma produtora de clássicos como He-Man/She-Ra e foi concebida da mesma maneira, ou seja, em conjunto com uma linha de brinquedos. Sim, He-Man inicialmente era apenas um "ominhu" e foi feito um comercial animado que fez tanto sucesso entre a garotada que a Filmation decidiu inventar todo um universo para o personagem e dar continuidade ao que foi visto no comercial e depois disso praticamente todas as outras séries da produtora seguiram o mesmo caminho. ($_$)
História: A história se passa no século XXIII em um planeta distante chamado de Novo Texas, que está localizado 600 parsecs (nota do Duh: 1 parsec equivale à 31 trilhões de quilometros =P) da Terra e tem "um céu de três sóis". Novo Texas tem uma população nativa, que é uma raça de pequenos humanóides, e que foi colonizado por um governo multi-planetário. Nesse planeta existe um minério chamado Kerium, um raro e poderoso cristal de grande importância nas sociedades e que é três vezes mais valioso do que o ouro, dando ao planeta um cobiçado recurso natural. O enredo é simples mesmo e a maioria dos episódios giram em torno do xerife BraveStarr, um índio nativo-americano que tinha o poder de invocar os espíritos da natureza (isso me lembra o Fantasma =P) para combater o crime, assim ele podia adquirir a força do urso, os olhos do falcão, a velocidade do puma e os ouvidos do puma. E que sempre acompanhado de sua montaria, um cavalo cibernético chamado Furacão, impedia os vilões de roubar o precioso minério. A cultura do Novo Texas (predominantemente habitada por seres humanos, mas também por vários estrangeiros e robôs) tem uma baita semelhança com a cultura do Velho Oeste americano, esse semelhaça era facilmente notada no visual dos vilões, nomes e tals. Como a maioria dos desenhos dos anos 80, BraveStarr tambem sempre dava uma lição de moral no final do episódio e num episódio chamado "O preço", um muleque adquire uma droga chamada "spin", um alucinógeno semelhante ao LSD, se torna dependente a ela, e morre de uma overdose. (WHAT?!)
Porquê merece um remake: Só pelo simples fato de um protagonista de um desenho americano ser um ÍNDIO que senta o cacete em seus colonizadores (a vingança!!!) já me valeria o remake, mas a coisa não pára por aí ! Se você achava o Pacato (o tigre do He-Man) bacana quando ele se transformava no Gato Guerreiro, eu te digo que o Furacão (o cavalo do BraveStarr) já era muito loko quando age apenas como um cavalo, ele consegue ficar ainda mais loko quando decide andar com duas patas e usar um mega TRABUCO ! @_@ Me perdoe, Gato Guerreiro, mas ficou pequeno pra você... =P Sem contar na ousadia da série em abordar um tema que mal era discutido assim na vida real, quanto mais num desenho animado. E que sempre dava uma lição de moral realmente válida, nada daquelas bobagens do tipo: "Nada de colocar o dedo na tomada, garotada!".
BraveStarr - Abertura:
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Top 2 - Jayce e os Guerreiros do Espaço
Ano de criação: 1985 Canal de Exibição: SBT (1987+?) Número total de episódios: 65
É uma série de desenho animado criada pelo desenhista francês Jean Chalopin (nem Chapolin e nem Chaplin) no ano de 1985. Fora o "Chapolin", outro roteirista francês também fez parte do desenho, Haskell Barkin. A animação foi produzida pela empresa DIC Entertainment, que produziria outros desenhos animados e filmes. O produtor responsável foi J. Michael Straczynski, que atualmente trabalha como roteirista de quadrinhos e que recentemente andou fazendo umas cagadas na vida do Homem-Aranha. >_>
História: No espaço, em um sistema solar chamado Epsolon 9, existe um grupo de guerreiros, que vivem em constante treinamento, munidos de várias armas de combate, como naves e veículos especiais. Eles constituem a chamada "Liga Relâmpago" cujo objetivo é lutar contra qualquer ameaça ao universo . Jayce, personagem principal da história é filho de Audric, um grande cientista cujo sonho era acabar com a fome no universo. Para isso, ele começa a desenvolver plantas especiais. Estas, seriam tão resistentes aos impactos ambientais, que poderiam ser cultivadas em qualquer parte do espaço. No entanto, durante as pesquisas, ocorreu um acidente no laboratório liberando radiação que acabou transformando as inofensivas plantas em seres mutantes muito inteligentes. Estas se multiplicaram e se organizaram em um grande exército com o objetivo de dominar todo o universo, tendo como líder o mutante Monstróide (que nome original !!!).
Audric, sentindo-se culpado e prevendo a ameaça representada pelo exército de Monstróide, esconde em um medalhão, o segredo para destruir o exercíto inimigo. Este medalhão foi dividido em duas partes: uma metade ele carrega consigo e a outra é entregue para seu filho, Jayce. Os seres inimigos, chamados de "Monstróides", usando o poder de telepatia (que, segundo o desenho, as plantas teriam) podem localizar Audric em qualquer lugar. Por isso, ele é obrigado a fugir pelo espaço levando consigo apenas metade do medalhão. Jayce se une, então, com a Liga Relâmpago e parte numa busca para encontrar seu pai e, assim, unir as metades do medalhão, revelando o segredo que derrotará definitivamente Monstróide e seu exército.
Porquê merece remake: Pow, estamos falando de 1985 e um desenho cujo o ponto de partida de história é acabar com a FOME UNIVERSAL (ou seja, maior que a fome mundial lol) utilizando plantas genéticamente modificadas. Esse roteirista francês já estava falando sobre alimentos transgênicos sem saber ! Agora imagina qual não deve ter sido a sua surpresa quando começaram a surgir na comunidade científica pessoas com essa mesma idéia, só que ao contrário do desenho aonde o mocinho é visto como um héroi por acabar com a fome utilizando os transgênicos, aqui na vida real esses alimentos estão mais próximos de serem vistos como vilões por mais que tenham toda boa vontade envolvida nisso. Merece remake pela vanguarda de seu criador, sua visão além de seu tempo e por ter transposto tudo isso num desenho animado para CRIANÇAS e fora que esse tema é muito mais comum nos dias de hoje, o que facilitaria ainda mais o entendimento da população.
Jayce e os Guerreiros do Espaço - Abertura:
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Top 1 - Zillion
Ano de criação: 1987 Canal de exibição: Globo (1988) Número total de episódios: 31
A Sega resolveu lançar no mercado o Master System (eu tive um \o/), um novo video game para concorrer diretamente com o Famicon (o Nintendinho japonês), que na época, era o console mais popular do Japão. O Master até que conseguiu vendas significativas, mas ainda sim não conseguia superar seu concorrente, e foi então que a empresa decidiu apostar em algo até então inusitado: um jogo de tiro que, ao invés de um joystick convencional, usaria uma pistola. a Sega se uniu à Tatsunoko e NTV para realizarem uma versão animada que serviria de chamariz para tal jogo, garantindo assim um forte apelo de marketing e a sua única exigência era que as pistolas deveriam ter grande destaque na série, e que esta levasse o nome de Zillion.
História: O Planeta Mariz, colonia habitado por humanos, está em guerra contra uma raça alienígena conhecida como Nozas. Os Nozas pretendem instalar no planeta ovos da próxima geração de seu povo, já que a atual tem pouco tempo de vida, e precisam a todo custo garantir a sobrevivência de sua espécie (Eles não são tão maus! Aposto que nós faríamos o mesmo XD). Para impedir que isso aconteça, os humanos contam com três armas de origem desconhecida chamadas Zillion, usadas pelos três maiores atiradores de Mariz: JJ, o personagem mais carismático de toda a série, que entre outras coisas, adora passar a mão em traseiros e peitos femininos; o metido a gostosão Champ (que adora fazer tricô!!! Será que ele queima? :P ), e a meiga Apple, a única mulher do grupo. Os três fazem parte de uma força chamada White Nuts, cujo objetivo é manter a paz do planeta.
Os White Nuts são comandados pelo Sr. Gordon, e ainda tem como integrantes o piloto gordinho Dave e a sonsinha Amy, além do mascote da série, o protótipo de kinder® ovo Bongo. Achou o nome “Bongo” feio? No original é Opa-Opa @_@. Aliás, o personagem fez tanto sucesso que ganhou uma própria linha de games no Japão. Do outro lado estão os vilões Nozas, um tipo de insetos-robóticos comandados pela Rainha Adamis (não sei porquê, mas sempre que a vejo me lembro da igualmente tosca Pandora de Spielvan :P), que tem como braço direito o Barão Ricks, um Noza que dá muuuito trabalho aos heróis no decorrer da série, e acaba se tornando o arqui-rival de JJ.
Apesar de ter uma história independente do jogo que o inspirou, o anime faz o máximo para parecer um “game-animado”. É só lembrar dos insuportável barulho que a pistola emitia ao atirar, que era o mesmo do joguinho (ou seja, era idêntico ao reproduzido por um video game de 8 bits. Imagine que deprimente…), além da “mira” que os heróis possuiam em forma de um visor nos olhos, que era idêntica à que aparecia na tela da tv ao jogar com a pistola no Master System.
Porquê merece remake: Essa é simples, se você tem mais de vinte anos pode até não se lembrar do jogo ou muito menos do anime, mas... você lembra SIM que começaram a pipocar em todos os shoppings centers da galáxia um joguinho entre equipes chamado "Laser Shot" e adivinha de onde veio? Sim, foi TOTALMENTE chupinhado do Zillion, seus participantes eram munidos de uma pistola e tinham que vestir tipo um... err... "sutiã" que acendia quando te "acertavam" e que lembrava muito o treco que os personagens do desenho usavam. Zillion foi um desenho foda, com uma qualidade de animação igualmente foda e eu me lembro de todo mês pegar essa fita na locadora de games que tinha aqui próximo do condomínio. E devido à brigas por direitos da série, a produção foi encerrada com apenas 31 dos 52 episódios previstos inicialmente. Esse anime merece um final digno!!!
Se você me perguntar o que tenho ouvido de bom ultimamente, seria uma blasfêmia da minha parte não citar o mais recente álbum do Kings of Leon, intitulado "Only by Night". A banda tomou de assalto as paradas mundiais e não é por ser modinha, hype exagerado ou etc... os caras finalmente estão recebendo a atenção devida. A banda Formada pelos irmãos Caleb Followil (guitarra e vocal), Jared Followill (baixo), Nathan Followill (bateria) e pelo primo deles Matthew Followill (guitarra) a banda lançou em 2002 o seu primeiro EP, intitulado Holy Roller Novocaine; atraindo então a atenção da crítica inglesa. Os caras são do Tennessee, o estado que é berço da música country e terra da Gibson e de suas idolatradas guitarras Les Paul. *-*
Talvez você não se lembre, mas lá nos idos de 2003 (quanto tempo!) uma música chamada "Molly's Chambers" estourou nas rádios com uma pegada de "rock caipira", conhecido como "southern rock" nos E.U. & A.
Molly's Chamber's pra relembrar:
Viu só?! Eu aposto que essa música é familiar pra você, tu só não sabia o nome da banda que tocava. ^^
Depois dos álbuns: - Youth and the Young Manhood (2003) - Aha Shake Heartbreaker (2004~2005) - Becouse of Times (2007)
E o mais recente:
Only by the Night (2008):
1. Closer 2. Crawl 3. Sex On Fire 4. Use Somebody 5. Manhattan 6. Revelry 7. 17 8. Notion 9. I Want You 10. Be Somebody 11. Cold Desert
Use Somebody (clique em HQ):
Sex on Fire (High Definition):
Pra mim Kings of Leon tem um quê de Los Hermanos/Radiohead e antes que você aí me chame de insolente por fazer tal comparação, eu vou tentar explicar o que essas 3 bandas tem em comum e é até simples de responder, vamos lá: Não é uma música fácil de se ouvir, é o tipo de banda que você escuta uma vez e deixa de canto até voltar a escutar novamente somente quando já cansou de todo o repertório que tem no seu pc/celular/mp3player/whatever... e a cada nova chance que você dá, as coisas parecem que vão ficando mais claras e agradáveis aos ouvidos e é isso que tem acontecido no meu caso.
"Only by the Night" é preenchido com ótimos momentos com baladas rock com personalidade (cada vez mais em falta na atualidade) e em contrapartida com momentos víscerais. Os destaques ficam para "Use Somebody" que se inicia com a voz rasgada de Caleb dando uma voadora com os 2 pés no peito, é uma música meio desgovernada e chega até ser cínica com trechos como "You know that I could use somebody, Someone like you..." ou da letra safada de "Sex on Fire" que diz: "If it's not forever, If it's Just tonight. Oh, it's still the greatest (the greatest, the greatest)". E as músicas "Closer", que é bela e experimental até o osso,"Reverly", "Cold Desert", "17" , "Notion", que é uma música feita pro formato "balada na Augusta", não fazem feio e mantém o nível de qualidade do desse bom álbum.
Outro destaque dos caras é a música Trani, que faz parte do álbum Youth and the Young Manhood, lançado em 2003. A letra dessa música arrancou elogios até do Bob Dylan que disse: "That’s a hell of a song". E nesse vídeo logo abaixo é fácil entender o porquê:
Os caras são um versão caipira do Strokes ou são um novo Credence ClearWater Revival ?
Nem um e nem outro, eles são os netos do Vovô Leon.
É após muito tempo lendo matérias sobre o dito cujo, eu tomei vergonha na cara e adquiri a minha cópia. E sem medo de queimar a língua eu digo, o 7 (sete/seven/whatever...) é a redenção da Microsoft depois do fiasco que foi (ainda é) o Vista. A instalação é muito fácil e quase "não assistida", durante o procedimento a intervenção do usuário quase não é solicitada, ou seja, deixei o DVD instalando enquanto fui comer um hotdog de janta e quando voltei: Voilà! Havia uma janela me pedindo um nome de usuário para a criação do meu perfil e depois outra solicitando o Serial Number que lhe é fornecido gratuitamente quando você faz o download. E quando a área de trabalho é carregada... JESUS DE MOTOCROSS !!! 0.0" O que é isso?! Mesmo eu que estou acostumado com Macintosh, Linux e desktops turbinados com efeitos flourescentes (você tambem é do tempo que diziam fosflourescentes?) e com cubos que giram e fazem o caralho à quatro, fiquei com cara de "WTF?!" quando ví essa belezura rodando.
(Clique para ampliar) Welcome!
(Clique para ampliar) Temas disponíveis:
E pra minha surpresa, o Seven carregou MAIS RÁPIDO que o meu XP no outro HD, mesmo meu computador sendo uma "carroça" se comparado aos pcs atuais com configurações para jogos. E talvez você esteja aí me chamando de nOOb porque isso é óbvio que ia acontecer afinal o meu XP está lotado de programas, porn, jogos e etc... E eis que te digo, pequeno gafanhoto, formatei meu XP meses atrás e ele está praticamente "virgem" - ok, não existe meio termo na virgindade, eu sei. Se algo entrou "lá" seja um dedo, caneta piloto ou uma giromba, você NÃO É mais virgem ;) - mas enfim, que foi mais rápido, foi. Fato!
(Clique para ampliar) Windows Media Center:
Parece que a Micro$oft finalmente deu o braço à torcer e deixou de pensar em apenas algo funcional e também bonito (XP é funcional, mais é feio. O Vista é bonito, mas não é funcional), e eles conseguiram. Todos os programas/aplicativos nativos que já existiam em versões anteriores (Paint, WordPad só pra citar alguns, o Messenger não é nativo!) sofreram uma garibada no visual, vários gadgets para satifazer todo os gostos, os efeitos de luz nas janelas quando minimizadas, as transparências nas bordas, o tamanho dos ícones e por aí vai... mas você pode até dizer que nada disso é novo e que quando o Vista saiu tambem falaram as mesmas coisas e deu a merda que deu. Mimimi~... Chame sua mãe, Kiko!
(Clique para ampliar) Live Messenger 9 (não vem instalado!):
(Clique para ampliar) Pré-visualização dos aplicativos minimizados:
(Clique para ampliar) Gadgets na lateral:
Mesmo eu sendo um profissional de TI e formado nessa área (uia, pareço até gente falando assim!) não farei nenhum tipo de análise técnica do Seven, mostrando resultados de benchmarks comparando com placas-mãe ou processadores diferentes e coisas do tipo e se você achou que encontraria esse tipo de informação aqui, você entrou no blog errado. =P
Até porque o orçamento desse blog é muito baixo, tanto é que o meu café da manhã no serviço por meses tem sido um saquinho de Muppy de Maçã + um pacote de bolacha recheada Galak e no almoço CupNoodles (cu peludows para os íntimos) sabor requeijão cremoso, o que me faz parecer que estou num evento de Anime todos os dias, se bem que os seres que vejo no serviço são tão bizarros quanto os que fazem cospobres, tipo aquela santinha que cosplaya uma personagem safada ou a gordinha que faz o papel da gostosa do anime. Olha eu já desviando o assunto, esse tema fica pra outro post... LOL
Continuando... não é a primeira vez que a Microsoft libera um sistema para testes antes da hora, mas é inédito o tempo dado para isso: 13 meses. O Windows 7 vai parar de funcionar em 1 de junho de 2010 (e desligar a cada duas horas a partir de março LOL). Outra data importante: os downloads só ficarão disponíveis até Julho, no endereço www.microsoft.com/windows/windows-7/download.aspx.
Então é isso, as primeiras impressões me agradaram e muito, vejamos como ele se comporta daqui pra frente quando começar a ficar lotado com as minhas tranqueiras. Espero que tenham odiado... =)
Até que enfim consegui um tempo acessar esse humilde blog pra fazer o post inaugural. Heheh... Não espere muitas informações ou coisas sérias, aliás... se você você realmente pensou que encontraria algo desse tipo, hm... sorry for you. Até que enfim consegui um tempo acessar esse humilde blog pra fazer o post inaugural. Heheh... Não espere muitas informações ou coisas sérias, aliás... se você você realmente pensou que encontraria algo desse tipo, hm... sorry for you. Criei isso aqui na necessidade de exteriorar alguns pensamentos e assim fazer meus já lendários comentários ácidos sobre o que vier na telha, mas óbviamente, de uma maneira divertida e descompromissada. Então se prepare pra ler muita besteira sobre algumas coisas que me rodeiam, ou seja, sobre filmes, séries, mulheres, nerdices, música, tecnologia, quadrinhos e quem sabe pode pintar alguns devaneios por aqui tambem...